APRENDENDO
COM OS DOUTORES
Por Fátima
Borges
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| foto:
Danilo Fugi |
A
Experimentação
Animal/ Vivissecção, que tem a reprovação
de muitos cientistas renomados, inclusive, vivisseccionistas, é a
utilização de animais vivos em: testes laboratoriais
(testes de drogas, de toxidade do tabaco, alcoólica
e outros); práticas médicas (transplantes
e treinamentos cirúrgicos), áreas da psicologia
e etc.
O
professor Pietro Croce, patologista que fazia experiências
em animais, declarou: “Existem pessoas demais que ainda
acreditam que vivissecção protege a humanidade
de doenças. Não protege!” O Dr. Philippe
Shubik, outro vivisseccionista, confessou: “[...]nossos
modelos animais são totalmente inadequados para responder às
perguntas óbvias diante de nós.”
O Dr.
Frederick Coulston declarou claramente que forçar
animais a tomar grandes doses de substâncias químicas,
para ver se essas substâncias são seguras para
os seres humanos “[...]só tolice!” Dr.
R.W.Brimblecombe, psiquiatra vivisseccionista, disse dos
resultados de testes em animais para a psiquiatria: “Nossos
resultados não têm o menor valor para definir
a dosagem (de medicamentos humanos)...”
O
Dr. M. Ottoboni, toxologista vivisseccionista, declarou
abertamente: “A diferença com que reagem as
espécies à toxicidade é tão grande
que a cega transferência de dados animais para o ser
humano é muito perigosa.” Por isso, se queremos
o progresso da pesquisa médica, é preciso abolir
as experiências em animais imediatamente e aplicar
a tecnologia moderna do computador e da cultura de células
e tecidos humanos. “[...]As principais instituições
de ensino da Medicina nos Estados Unidos não usam
animais nas aulas práticas, reconhecem que isso não é necessário à formação
do médico.
As
diferenças anatômicas entre homem e cão,
por exemplo, dispensam qualquer comentário acadêmico.
Os estudantes de Medicina podem praticar intensamente o que
aprendem em aulas teóricas através da utilização
de vídeos, modelos anatômicos, cadáveres,
placentas, programas de computador e, logicamente, acompanhando
casos de pacientes reais ( exames físicos, radiológicos,
ultrassonográficos, cirurgias, etc).
Há grande
oferta de métodos substitutivos no campo da educação
em Ciências Biomédicas.” Sérgio
Greif- Biólogo Quanto à dúvida de que
se possa formar um bom cirurgião sem que o mesmo tenha
treinado em animais, as respostas de alguns Drs. abaixo são
esclarecedoras: Dr. Jerry Vlasak Médico (USA) “Sou
um bom cirurgião, e não aprendi em animais.”
Dr.
David MortonMédico (Inglaterra) [...]Uma alternativa
mais avançada é assistir um cirurgião
experiente e gradualmente adquirir as habilidades necessárias
em um certo período de tempo.” Dr. Corina Gericke-Médico
Veterinária (Alemanha) “Não existe nenhuma
universidade de medicina na Alemanha onde os estudantes tenham
que participar de experimentos animais para aprender cirurgia!
[...] Você não pode ser um bom cirurgião
quando aprende com animais.”
Dr. Stefano Cagno Psiquiatra
(Itália) “Sim. Também nesse caso repito
as declarações do prof. Rocca Rosseti. A anatomia
humana se aprende nas salas de anatomia e observando as operações
dos cirurgiões mais velhos. Depois que se aprende
um procedimento numa espécie animal, o cirurgião
experimental, tem que desaprender para virar um cirurgião
humano.”
Drª Adele
Ribeiro - Médica (Brasil) Minha consciência
está tranqüila: nunca fiz um animal sofrer e
sempre atendi com carinho e compaixão além
de eficiência. Comprova isto o fato de ter sido assistente
da Clínica Particular do Drº Ivo Pitanguy durante
10 anos e de ter trabalhado no Serviço de Queimados
do Hospital Souza Aguiar, chefiado pelo brilhante cirurgião,
onde permaneci por 36 anos. O Professor Pitanguy também
jamais fez experiências com animais conforme sempre
relata .”
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FÁTIMA
BORGES |
| Professora de Português, Artista Plástica, Poetisa e Vice-presidente da ong DAAJ – Defesa Animal e Ambiental com Apoio Jurídico. Artista Plástica, Poetisa, Professora de teatro infantil e de português. |
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Fonte do Artigo: www.greepet.vet.br
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