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FITOTERAPIA
E ANIMAIS |
| Por
Dra. Martha Follain |
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OsMais |
Fitoterapia é a manipulação de
plantas e ervas, para o equilíbrio corporal, mental,
emocional e espiritual e redução de sintomas.
As plantas devem ser ingeridas na forma de chás ou líquidos.
A palavra “fitoterapia” vem do grego “phyton” que
significa “vegetal” e terapia está relacionada
a tratamento. Fitoterapia é o tratamento através
de plantas e ervas terapêuticas in natura ou secas, extratos,
pomadas, chás, tinturas e cápsulas sem a utilização
de princípios ativos isolados.
Planta terapêutica é uma planta que contém
substâncias bioativas com propriedades curativas, preventivas
ou paliativas. Muitas destas plantas são venenosas ou
tóxicas, devendo ser usadas em doses muito pequenas
para terem o efeito benéfico desejado. Portanto, o tratamento
com fitoterápicos deve ser recomendado por um profissional
especializado.
Existe um grande número de espécies em todo o
mundo, usadas desde tempos préhistóricos no tratamento
popular dos diversos povos. As plantas são utilizadas
pela Fitoterapia e suas propriedades são estudadas nos
laboratórios das empresas farmacêuticas, a fim
de isolarem o princípio ativo e assim, produzir novos
fármacos.
Ao contrário da crença popular, o uso de plantas
para tratamentos não é totalmente livre de riscos.
Além do princípio ativo terapêutico, a
mesma planta pode conter substâncias tóxicas -
a grande quantidade de substâncias diferentes pode induzir
reações alérgicas, pode haver contaminação
por agrotóxicos ou por metais pesados e interação
com outros tratamentos. As plantas de uso terapêutico
não podem substituir todos os medicamentos sintéticos,
tais como antibióticos de largo espectro, corticóides,
e outros.
A Fitoterapia abrange conceitos das Medicinas Tradicionais
Indiana e Chinesa. Da Medicina Indiana utiliza o conceito de
chakras, circulação de energia, alimentação,
etc. Da Medicina Chinesa a Teoria dos Cinco Elementos, a correlação
entre emoções, órgãos e desequilíbrios,
circulação de energia, alimentação,
etc.
Através de dados fornecidos pela Organização
Mundial de Saúde (OMS), constata-se que o uso de plantas
medicinais pela população mundial tem sido muito
significativo nos últimos anos, sendo que este uso tem
sido incentivado pela própria OMS. O mercado de fitoterápicos,
cada vez mais ganha destaque, em especial nos Estados Unidos
e na Europa – na Alemanha, por exemplo, o uso de fitoterápicos
cresce 30% ao ano e nos Estados Unidos evoluiu 380% nos últimos
dez anos.
A Fitoterapia utiliza as plantas para o tratamento de vários
desequilíbrios do organismo como um todo, holisticamente – para
recuperação e manutenção da saúde.
Por ser uma ciência muito antiga, pode-se afirmar que é precursora
da medicação nos tempos atuais.
Ela surgiu independente
e espontaneamente na maioria dos povos. Foi utilizada no Antigo
Egito, Assíria, Índia - na China, surgiu por
volta de 3000 a.C. quando o imperador Cho-Chin-Kei descreveu
as propriedades do ginseng e da cânfora. Era conhecida
por Hipócrates, Teofrastos, Crateus, Dioscorides, Plínio,
etc.. Mas não somente isso – como ensina Henrique
Vieira Filho, terapeuta holístico, presidente do SINTE: “É fascinante
o modo como os animais cuidam de si por meio das plantas.
Quantos
de nós já assistiram documentários sobre
o tema: grupos de macacos que fazem uso de mais de trinta espécies
de fitoterápicos, quer seja para alívio digestivo,
expurgo de vermes, cicatrizações, dentre outras
utilidades...Pássaros que trazem ao ninho plantas inseticidas,
além de ervas aromáticas que proporcionam a absorção
dos óleos essenciais através das cascas dos ovos,
gerando filhotes mais sadios e resistentes... Roedores que
untam sua pelagem com sumos expremidos de plantas, protegendo
a si mesmos da ação de parasitas...Na verdade
são incontáveis os exemplos que provam que a
Fitoterapia existe muito antes da própria humanidade”.
A Fitoterapia está, cada vez mais, sendo utilizada ao
redor do mundo por seres humanos, e como consequência,
em seus animais de estimação. Com a Fitoterapia
o tratamento é eficaz e não apresenta significativos
efeitos colaterais.
De acordo com Cristina Regner, especialista em fitoterapia
há quinze anos e diretora-técnica da Fitovet
(www.fitovet.com.br), empresa pioneira especializada em produtos
fitoterápicos para animais, localizada em Taquara (RS)
um dos principais atrativos desses medicamentos é a
capacidade de propiciar o mesmo resultado que as terapias químicas
e sintéticas por meio de princípios ativos naturais
extraídos de plantas medicinais, em um curto intervalo
de tempo. Ela ressalta que a vantagem desse tratamento é a
possibilidade de usar ativos capazes de manter os animais com
boa qualidade de vida, além de aumentar e reforçar
a imunidade do animal auxiliando na manutenção
da sua integridade física e saúde.
Os fitoterápicos são benéficos com ação
cicatrizante, antiinflamatória, anti-septica, dermatológica,
analgésica, ansiolítica, etc.. O cálculo
da dosagem para animais é geralmente baseado na sua área
de superfície corporal (BSA, body surface area). Embora
os métodos de cálculo sejam os mesmos, tanto
para clientes humanos como animais, existem diferenças
nos níveis de dosagem de medicamentos e nos valores
da BSA.
Assim, a Fitoterapia Brasileira é uma Terapia Holística,
Não Convencional e Vibracional, afinada com a Medicina
Tradicional Chinesa e a Medicina Tradicional Hindu, utilizadas
há pelo menos, cinco mil anos. E, seus efeitos benéficos
podem ser comprovados pela eletrografia – fotografa-se
o campo bioelétrico antes e depois do indivíduo
(humano ou animal) ingerir um extrato de plantas, etc. Portanto,
o enfoque terapêutico dado à Fitoterapia Brasileira é energético – plantas
são utilizadas para restabelecer o estado de equilíbrio
energético dos corpos sutis e do corpo físico.
Como ensina Henrique Vieira Filho, presidente do SINTE: “A
Fitoterapia é mais antiga até que a própria
humanidade (os demais animais já dela se utilizam
muito antes de nós...).
Use
de forma segura e consciente – para você e seus
animais:
- procure orientação do profissional antes
de usar qualquer composto;
- adquira o vegetal de fontes seguras;
- antes do preparo, lave as mãos e os utensílios
a serem utilizados;
- a água utilizada nas preparações
deve ser filtrada ou mineral;
- utilize o preparado por até doze horas;
- a preparação quente que contenha ervas aromáticas
deve permanecer tampada até que esfrie por completo;
- utilize utensílios como o vidro, cerâmica,
ágata e porcelana que não liberam resíduos
tóxicos na hora do preparo;
- as ervas podem ser variadas para que o organismo não
se “acostume”, evitando a redução
de sua eficácia;
- evite longas terapias, já que o uso de medicação
natural não significa total ausência de efeitos
colaterais ou tóxicos;
- evite o uso associado de plantas medicinais com medicação
alopática;
- indivíduos mais vulneráveis como crianças,
mulheres grávidas ou em lactação, devem
evitar o consumo de plantas medicinais;
- em caso de efeitos adversos, deve-se interromper o uso;
Fontes: Kali Nardino, consultor farmacêutico da Divine
Shen; Sérgio Panizza, presidente do Conselho Brasileiro
de Fitoterapia.
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Dra.
Martha Follain |
| Colunista do site GREEPET. Formada em Direito. Especialista em Florais de Bach para animais e humanos pelo Instituto Bach. Possui ainda formação em Aromaterapia, Florais de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Cristaloterapia, Cromoterapia, Terapia de Integração Craniossacral, Psicoterapia Hoística, Neurolingüística, Master Practitioner, Hipnose, Regressão e Reiki. CRT: 21524 |
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