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FLORAIS
DE BACH PARA USO EM GATOS |
| Dra.
Martha Follain |
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| foto:
freefoto |
"Ajudar-nos-á efetivamente
reservar poucos momentos diários para pensar serenamente
na beleza da paz e nos benefícios da calma, e compreender
que não é por
meio da preocupação ou de ansiedade que poderemos
realizar mais ; mas sim que nos tornamos mais eficientes em
tudo o que empreendermos, com pensamentos e ações
calmos e serenos ." Edward Bach.
Histórico do gato
Apesar de seus
ancestrais existirem há mais de 12 milhões de
anos, os gatos tornaram-se domesticados há cerca de 4 mil anos.
Os antigos egípcios foram os primeiros a usá-los no controle
de animais daninhos que atacavam seus estoques de grãos.
No Egito, o gato
era reverenciado como um deus. Foi na forma de um gato que o grande deus
sol Rá venceu Apep, a serpente da escuridão.
A deusa Bast ou
Pasht ou Bastet era representada por uma gata ou pela cabeça
de uma gata. Bast tornou-se tão importante que, os gatos passaram a
ser venerados por todo o Egito. Os egípcios achavam que ter um gato
em casa era garantia de muitos filhos na família, porque a deusa Bastet
era também a deusa do amor e da fertilidade.
Comê-los ou matá-los
era considerado um crime.
Quando um gato
doméstico morria no Egito antigo, os donos raspavam
as próprias sobrancelhas em sinal de luto .
Os gatos no Egito eram mumificados e enterrados formalmente. Era ilegal contrabandear
gatos para fora do Egito.
Na Idade Medieval
a Igreja Católica associou o gato a satanás
e, portanto, às bruxas. Dessa forma, gatos, principalmente de pelagem
preta, foram perseguidos e sacrificados largamente.
O Renascimento
foi considerado uma época áurea para os gatos
- quase todas as residências tinham um, dos castelos aos casebres na
periferia das cidades.
A partir do século XVIII voltaram a ser populares e adorados como animais
domésticos.
Os sentidos do
gato
- Visão:
É o mais importante ( embora alguns cientistas digam que é a
audição) . Os olhos são grandes em comparação
ao tamanho de seu crânio e, sua visão é extremamente sensível.
Têm capacidade de observação de um campo amplo com um mínimo
movimento.
Não têm muita sensibilidade à cor (menos que o cão)
porém, têm vantagem para enxergar no escuro (os felinos em geral).
Estão aptos a enxergar em condições que poderíamos
considerar de total escuridão.
- Audição:
É aguçada. As orelhas são manobráveis, moldadas
e sulcadas para concentrar o som. Ao detectar o mais leve ruído, podem
focalizar sua audição para a fonte.
Um gato, freqüentemente, pode localizar um objeto pelo som de sua queda,
mesmo fora de sua visão. Os gatos podem distinguir e diferenciar sons
mais do que nós. Os gatos ouvem as frequências altas com mais
intensidade que as baixas, o que tem grande utilidade na caça de animais
pequenos.
-Tato:
Bastante
desenvolvido em todo o seu corpo – e, principalmente nas patas – as
terminações nervosas respondem à mais leve pressão.
Bigodes, sobrancelhas
e pelos longos no dorso das patas dianteiras transmitem ao cérebro as sensações de pressão.
- Paladar:
Não ocupa parte importante mas, eles têm preferências
quanto a certos sabores.
- Olfato:
É muito desenvolvido. Parece proporcionar prazer – o
gato abre a boca e aspira mais ar.
O odor é importante para a marcação do território
e na identificação sexual.
Os gatos têm um órgão chamado vomeronasal no céu
da boca que os ajuda a identificar odores.
- Equilíbrio:
O
equilíbrio e a coordenação de um gato são insuperáveis.
Costumam sobreviver a quedas de mais de 20 metros. Possuem o reflexo de cair
em pé. Os olhos e os órgãos de equilíbrio estão
localizados no ouvido interno – situam o gato no espaço e lhe
permitem “aterrisar” em pé.
Comportamento
do gato
Os gatos vivem
em sociedade matriarcal, ou seja, têm um sistema centrado
na mãe que é dominante sobre sua descendência ( a “massagem” ou
movimento de ordenha, é algo que vem da infância dos gatinhos – quando
estimulavam a saída do leite da mãe, massageando-a. Esses momentos
com a mamãe gata são de prazer total e, ele pode fazer isso em
seu dono, indicando que o vê como mãe postiça ).
Vivem num grupo
unido e, dificilmente, aceitam a intrusão de gatos
de fora.
Comunicam-se pelo
odor, através da urina.
A arranhadura é uma marca visual onde são depositadas algumas
secreções das glândulas entre os dedos e significa presença.
Esfregando as
bochechas, o dorso e a base do rabo, o gato deposita outras marcações de odor e são de familiarização.
A hierarquia é,
principalmente, linear. Não se tem uma dominância
completa. Um gato pode dominar o acesso à alimentação
mas, ser dominado por outro, no acesso à poltrona da sala.
Demarcam
território através da urina. E, não gostam de
compartilhar o território.
O gato continua
caçador, embora não coma mais a caça
(rato, etc.).
A menos que um
gato seja encurralado, ele raramente entrará numa briga
verdadeira. Assume uma postura agressiva ou de ataque, com sibilações
ou bufadas que, impressionam o opositor.
O gato consegue
se readaptar e sobreviver na natureza caçando.
Os gatos são
melindrosos. São asseados e gostam do ambiente onde vivem limpo. Limpeza
pessoal é importante para um gato.
Os gatos também
limpam o ambiente astral, das energias negativas.
Não gostam
de barulhos fortes e movimentos bruscos.
Hábitos marcantes quanto a horários e disposição
da mobília.
Possuem senso
de humor. Compartilham uma brincadeira mas, não gostam
de ser ridicularizados.
A sociabilização
ocorre entre 2 e 9 semanas.
O gato não vê o ser humano como parte do seu grupo. O homem,
precisa conquistar o gato. A sociabilização deve ocorrer com
cada integrante da casa.
Florais de Bach para Animais
As essências florais de Bach são um método simples e natural
de tratar através do uso de certas flores silvestres. As essências
que, tratam das desordens da personalidade do animal e não da condição
física individual, foram descobertas pelo Dr. Edward Bach, médico
inglês, por volta dos anos 30.
Depois de praticar
durante muitos anos uma medicina convencional e, também,
numa linha homeopática, o Dr. Bach foi levado a perceber que o que caracterizava
as desordens físicas das pessoas, não era tanto as muitas categorias
de doenças mas, as condições mentais que as geravam. Com
os animais também é assim.
Alguns anos depois
ele estava apto a reconhecer essas condições
mentais e descobriu uma essência floral para cada caso. Essas essências
foram descobertas nas flores silvestres e nas árvores do campo.
As essências de Bach não usam o material físico da planta
mas, a energia essencial que se encontra dentro da flor. Essa energia é extraída
das flores pelos métodos solar e fervura e, acondicionada em água – para
os animais (para humanos água e conhaque de uvas).A substância
sutil assim extraída é usada para tratar a causa da doença
num nível também sutil. As essências de Bach tratam a causa
mental da doença. Os remédios florais são energia. Eles
tratam o doente e não a doença. As essências são
vibracionais.
Princípios básicos das essências
florais de Bach
elas tratam o
animal e não a doença
é um sistema
simples, natural e efetivo
podem ser usados
junto com qualquer outro tratamento (o sistema de Bach é complementar
e não alternativo)
a efetividade
pode ser observada em indivíduos inconscientes, em estado
de coma, crianças, animais e plantas.
não substituem a medicina veterinária
ortodoxa.
Administrando
a essência
floral
- uso a curto prazo:
emergências
casos agudos
- uso a longo prazo:
casos
crônicos
Tratamentos
recomenda-se,
no máximo, 6 essências por fórmula,
por frasco
rescue remedy
conta como uma essência
dose; 4 gotas – ou a critério
do terapeuta
freqüência: 4 vezes ao dia ou a critério
do terapeuta
período – por, pelo menos, 30 dias cada frasco de tratamento
ou a critério do terapeuta.
Métodos de administração
Direto na boca,
na água do bebedouro, misturar na ração,
borrifador, na água do banho, esfregar nas gengivas, parte interna das
orelhas caso o animal esteja inconsciente, compressas para ferimentos abertos,
no soro fisiológico para os olhos.
Para os animais,
o álcool não é usado (o conhaque de
uvas só é usado para humanos, a 30%). O Bach Centre (Inglaterra)
não aconselha nenhum conservante para os animais : álcool de
cereais, vinagre de maçã, conhaque ou glicerina.
Para os animais,
só água mineral (não pode ser destilada,
ozonizada, gasosa ou clorada) e as essências. Para durar um pouco mais,
deve-se guardar em geladeira.
Escolhendo
a essência
floral
-comunicação verbal – sons
que os animais emitem
- comunicação não verbal – relato do proprietário
- A observação constante e o conhecimento prévio do comportamento
no animal direcionam para o que está alterado.
É preciso
estar atento a:
-raça
-comportamento individual
-comportamento
junto ao proprietário
-relacionamento com o meio
Essências
de Bach
Os 38 remédios
do Dr. Bach foram classificados por ele em 7 grupos:
ESTA TERAPIA NÃO
SUBSTITUI O TRATAMENTO COM O VETERINÁRIO.
1- grupo do medo
mimulus, rock rose, cherry plum, aspen, red chestnut
2- grupo da incerteza
e da insegurança
cerato, scleranthus, gentian, gorse, hornbeam, wild oat
3- grupo da falta de interesse no presente
clematis, honeysuckle, wild rose, olive, white chestnut, chestnut bud, mustard
4- grupo da solidão
water violet, impatiens, heather
5- grupo da hipersensibilidade às influências e idéias
externas
agrimony, centaury, walnut, holly
6- grupo do desalento e desespero
larch, pine, elm, sweet chestnut, star of Bethlehem, willow, oak, crab apple
7- grupo do cuidado excessivo com os outros ou grupo dos poderosos
chicory, vervain, vine, beech, rock water
Há também o RESCUE e o RESCUE CREAM original que, não
pertencem a nenhum grupo.
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Dra.
Martha Follain |
| Colunista do site GREEPET. Formada em Direito. Especialista em Florais de Bach para animais e humanos pelo Instituto Bach. Possui ainda formação em Aromaterapia, Florais de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Cristaloterapia, Cromoterapia, Terapia de Integração Craniossacral, Psicoterapia Hoística, Neurolingüística, Master Practitioner, Hipnose, Regressão e Reiki. CRT: 21524 |
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Fonte do Artigo: www.greepet.vet.br |