GRUPO
DA FALTA DE INTERESSE NO PRESENTE
(sete essências)
por Dra. Martha Follain
CLEMATIS
Sonhador.
Vive pensando no futuro. Não
tem praticidade e não
concretiza suas idéias. Alheio ao que está acontecendo.
Vive no
mundo da lua.
Ex: animal que dorme muito.
Para animais entediados
Para cães difíceis de treinar.
Para animais que derrubam coisas, são desastrados.
Quarta essência do RESCUE.
HONEYSUCKLE
Vive no passado. Não tem o entendimento da vivência do passado.
Não compreendeu a lição. É o saudosista.
Ex: animal que tem saudade do proprietário (em hotelzinho, etc).
Podem também, ser situações ruins: época que passou
fome, foi chutado, etc.
Para tratar o luto, animais órfãos.
O HONEYSUCKLE é parente da madressilva. Perfume semelhante ao jasmim.
O animal vive no passado, negativa ou positivamente.
WILD
ROSE
Resignação, apatia. O animal não expressa nada. Se o maltratam,
tudo bem, se o tratam com carinho, também. Não participa da vida.
Ex: a vaca leiteira – ela não expressa nada.
O animal não é infeliz, é apático.
WILD ROSE é a flor que representa o Bach Centre.
É uma rosácea – cinco pétalas em forma de coração.
É catártico.
Restitui a força vital e a vontade de viver.
Para animais abandonados que estão em abrigos ou canis e para alguns
animais de zoológico.
Desinteresse pela comida.
OLIVE
Falta de energia vital: física e mental. Não tem energia nem
para o lazer (para as brincadeiras). Acabou a bateria. Acabou totalmente a
energia.
A oliveira é a árvore da vida.
O OLIVE vem de Málaga, na Espanha e, não da Inglaterra.
É evergreen – não perde as cores no inverno.
O fruto é a azeitona.
Ex: animal desnutrido, com anemia, desidratado, animal sem forças (os
animais de circo são, em sua maioria, CENTAURY).
O OLIVE restitui a força e a capacidade de regeneração.
Para recuperação pós-operatória.
Para animais que sofrem de doenças longas e estressantes, como a cinomose,
por exemplo.
Para animais geriátricos.
O OLIVE é energizante.
WHITE
CHESTNUT
Pensamentos indesejáveis, persistentes, repetitivos,
tormento mental.
Ex: beagle, se cismou que vai pegar a roupa do varal,
não desiste. Ele é obsessivo.
O WHITE CHESTNUT é a Castanheira da Índia
ou do Cavalo.
Quando esta castanheira está florida é o
WHITE CHESTNUT
Um mês antes, botão, é o CHESTNUT
BUD
A castanha não é comestível. É usada para ração
de cavalo.
Trata a preocupação e a insônia.
Para qualquer comportamento obsessivo – mania de lamber ou de mordiscar
a pele ou patas até fazer feridas, mania de coçar ou de sacudir
rapidamente a cauda como um chicote. Hábito de comer moscas, hábito
de morder o flanco e de morder a cauda.
O estresse também pode levar à coceira constante.
CHESTNUT BUD
É útil na fase de adestramento. Para aprendizado.
Para tratar dificuldade em aprender com os erros do passado. Erros repetitivos.
Para romper maus hábitos.
Para animas com propensão a sofrerem acidentes.
Para tratar infecções por fungos.
Para tratar gatos que costumam urinar fora da bandeja sanitária; que
arranham muito os móveis.
Para tratar animais com deficiências físicas.
Para melhorar o ritmo lento.
Para tratar doenças crônicas.
MUSTARD
Tristeza ou melancolia profunda sem causa conhecida (diferente do GENTIAN que
tem causa conhecida).
Melancolia que vem e vai sem motivo. Apagou a luz interior.
Foi a última essência descoberta pelo Dr. Bach.
É a mostarda selvagem – não é comestível.
Para tratar pássaros com aparência abatida.
Consultar sempre o veterinário em caso de desânimo do animal.
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Dra.
Martha Follain |
| Colunista do site GREEPET. Formada em Direito. Especialista em Florais de Bach para animais e humanos pelo Instituto Bach. Possui ainda formação em Aromaterapia, Florais de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Cristaloterapia, Cromoterapia, Terapia de Integração Craniossacral, Psicoterapia Hoística, Neurolingüística, Master Practitioner, Hipnose, Regressão e Reiki. CRT: 21524 |
* este artigo pode ser publicado livremente em Revistas, Jornais, Newsletters e outros meios de comunicação, desde que a biografia do autor permaneça intacta e a fonte do artigo seja citada. Fonte do Artigo: www.greepet.vet.br
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