O
GATO SIAMÊS E OS FLORAIS DE BACH
Por
Dra. Martha Follain
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| foto:
Michele Brito |
““A
conquista da nossa liberdade, da nossa individualidade
e independência irá requerer, em muitos
casos, uma grande dose de coragem e fé.”– Edward
Bach.
Os
siameses são originários do antigo Sião,
atual Tailândia. No antigo Sião eles ficavam cuidadosamente
protegidos no palácio real de Bangkok. Foram levados para
a Inglaterra em 1884 e daí para outras partes do mundo.
A raça tem sido apurada na Grã-Bretanha desde o
final do século XIX.
Atualmente, é um gato magro, de orelhas grandes, cabeça
triangular, larga na altura dos olhos e menor na direção
do queixo, tendo sido modelado, pelos criadores, a partir de
um gato robusto e forte. A pelagem é curta, macia e fina
e, necessita de escovação diária.
O corpo é longilíneo, de porte médio, com
musculatura forte. Tem movimentos elegantes. A elegância
e a graça dos movimentos, conquistaram para o siamês
o título de “Príncipe dos Gatos” (por
Fernand Méry – escritor françês – século
XX).
Tem olhos oblíquos, de cor azul safira. A cauda do gato
siamês, gera algumas controvérsias – alguns
afirmam que a cauda curta é sinal de pureza asiática
e, outros dizem tratar-se de degeneração ou defeito.
Porém,
a descrição oficial de entidades
de criadores dos EUA é : “longa, fina, em forma
de fuso, pontiaguda na extremidade.” Segundo uma lenda,
a curva das caudas do siamês é atribuída às
princesas do Sião que, as enfeitavam com os próprios
anéis. Assim, para evitar que caíssem, desenvolveu
- se a curvatura da cauda.
O siamês é conhecido por seu ar imponente e temperamento
imprevisível. De reações intempestivas,
pode mudar de humor de uma hora para outra.
Pode ser criado em apartamento e, aceita coleira como um cão.
Sua dedicação ao dono é comovente e, é ciumento. É vivaz,
fiel, corajoso e destemido.
Possui um miado característico, estridente, nem sempre
agradável e, vocaliza muito, com seu dono.
O siamês demonstra uma dependência quase total do
seu proprietário. Geralmente, concede seu afeto a um só membro
da família.
Florais
de Bach para animais
As essências florais de Bach são um método
simples e natural de tratar através do uso de certas
flores silvestres. As essências que, tratam as desordens
da personalidade do animal e não da condição
física individual, foram descobertas pelo Dr. Edward
Bach, médico inglês, por volta dos anos 30.
Depois de praticar durante muitos anos uma medicina convencional
e, também, numa linha homeopática, o Dr. Bach
foi levado a perceber que o que caracterizava as desordens
físicas das pessoas , não era tanto as muitas
categorias de doenças mas, as condições
mentais que as geravam. Com os animais também é assim.
Alguns anos depois ele estava apto a reconhecer essas condições
mentais e descobriu uma essência floral para cada caso.
Essas essências foram descobertas nas flores silvestres
e nas árvores do campo.
As essências de Bach não usam o material físico
da planta mas, a energia essencial que se encontra dentro
da flor. Essa energia é extraída das flores
pelos métodos solar e fervura e, para os animais,
acondicionada só em água mineral – para
humanos água e conhaque de uvas.
A substância
sutil assim extraída é usada para tratar a
causa da doença num nível também sutil.
As essências de Bach tratam a causa mental e emocional
da doença. Os remédios florais são energia.
Eles tratam o doente e não a doença. As essências
são vibracionais.
Princípios básicos das essências
florais de Bach
- elas
tratam o animal e não a doença
- é um sistema simples, natural e efetivo
- podem ser usadas junto com qualquer outro tratamento (o
sistema de Bach é complementar e não alternativo)
- a efetividade pode ser observada em indivíduos inconscientes,
em estado de coma, crianças, animais e plantas.
- Não substituem a medicina veterinária ortodoxa
Essências florais indicadas para tratar o temperamento
do gato siamês (consulte o terapeuta floral)
-
Cerato
Para tratar sua dependência em relação
ao dono
-
Scleranthus
Para tratar suas mudanças súbitas de humor
-
Chicory
Para tratar os ciúmes
-
Heather
Para ajudar a reduzir o excesso de vocalizações.
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Dra.
Martha Follain |
| Colunista do site GREEPET. Formada em Direito. Especialista em Florais de Bach para animais e humanos pelo Instituto Bach. Possui ainda formação em Aromaterapia, Florais de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Cristaloterapia, Cromoterapia, Terapia de Integração Craniossacral, Psicoterapia Hoística, Neurolingüística, Master Practitioner, Hipnose, Regressão e Reiki. CRT: 21524 |
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Fonte do Artigo: www.greepet.vet.br
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