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O
CÃO E SUA PERSOLINALIDADE
por Marcello
Alonso

foto:
Gustavo Alves |
Os
cães são dotados de uma memória primordial,
aquela que chamamos de instinto, e que sem dúvida alguma é instintiva
mesmo, pois, ninguém ensina um cão a caçar
e procurar alimento, a acasalar-se, a defender seu território,
a manter-se hierarquicamente no grupo ou fazer suas necessidades
fisiológicas.
O cão vive num mundo que não é o nosso, apenas coincide
com ele. A Terra não é um cenário fixo e igual para todos
os seres que a povoam. Por tudo isso não podemos querer que o cão
seja um homem, nem o colocarmos no lugar de um ente querido que nos faz falta.
O cão não entende nossas palavras, apenas a entonação
delas. Se lhe dissermos “feioso, malvado“ em tom suave e carinhoso,
abanará a cauda com bastante alegria, no entanto, se lhe dissermos “muito
bem amigão, você é máximo, parabéns”,
em tom de briga, ríspido e arrogante, ele certamente enfiará a
cauda entre as pernas e provavelmente apresentará o ventre num tom de
submissão. Para o cão nossa voz exprime sons, sinais acústicos,
e não palavras.
Assim como o cão possui corpo, também possui uma vida psicológica.
Para educar um cão e fazê-lo conviver conosco, devemos nos basear
em suas características psicológicas e aliá-las às
suas condições físicas e de saúde. Como o homem,
o cão pensa de sua maneira, entretanto, o faz de uma forma não
verbal, um pensamento não revestidos de palavras.
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Fonte do Artigo: www.greepet.vet.br |
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