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SÍNDROME
DE PETER PAN EM ANIMAIS E
FLORAIS DE BACHS |
| Dra.
Martha Follain |

foto: Vladimir Sancovich |
Peter
Pan é um personagem de história infantil,
criado pelo dramaturgo escocês, Sir Matthew Barrie,
mais conhecido como J. M. Barrie (1860-1937).
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O
personagem, que apareceu pela primeira vez em 1902
(no livro “The Little White Bird), é um
rapaz que se recusa a crescer (envelhecer) e, Barrie
criou Peter Pan quando contava histórias aos
filhos da amiga Sylvia Llewelyn Davies. |
Depois que
a viúva Sylvia morreu de câncer, Barrie foi
nomeado tutor dos filhos dela, sem adotá-los oficialmente.
A “Síndrome
de Peter Pan” foi aceita
em psicologia, depois da publicação do livro,
em 1983, “The Peter Pan Syndrome: Men Who Have Never
Grown Up”, pelo Dr. Dan Kiley.
Porém, essa síndrome
não está descrita pela OMS (Organização
Mundial de Saúde) como transtorno mental. Caracteriza-se
por comportamento imaturo (sexual, social, etc.), em pessoas
do sexo masculino: irresponsabilidade, rebeldia, narcisismo,
extremo egoísmo, dependência, negação
do envelhecimento. É um transtorno no qual a pessoa
se recusa a aceitar sua idade real, tanto cronológica
como psicologicamente.
Nos
animais, a Síndrome de Peter Pan, pode ocorrer
tanto em machos quanto em fêmeas. Acontece mais em
cães que em gatos, e é “produzida” pelo
proprietário, por atitudes “super-protetoras”.
Não acontece em animais silvestres ou selvagens. Caracteriza-se
pelo comportamento de filhote, em animais adultos.
Também, há raças de cães, que
foram manipuladas para parecerem “infantis”,
desprotegidas, frágeis, preenchendo o mórbido
desejo humano de “maternidade” ou “paternidade”.
O
cão pode apresentar os seguintes
comportamentos:
- “choramingar”,
em vez de latir;
- medos excessivos;
-
insegurança;
-
forte dependência do proprietário (só come
se o dono estiver perto, etc.);
-
egoísmo – quer atenção só para
ele;
-
ciúmes;
-
exigência de carinhos;
-
exigência na alimentação: não
aceita qualquer ração, quer comer a comida
do proprietário, etc.;
-
alterações do sono: insônia, não
dorme se o proprietário não estiver perto,
etc.
E,
qual a inconveniência da Síndrome de Peter
Pan no animal? O bichinho é impedido de vivenciar
a plenitude de sua maturidade, não praticando de forma
natural o que um animal adulto faria: comer, dormir, relacionar-se
com outros animais etc., podendo chegar ao estresse, estresse
esse que pode conduzir a patologias (doenças cardíacas,
hiperfagia, obesidade, pruridos, etc.). E o animal sofre
muito, na ausência do dono.
Florais de Bach:
Edward
Bach, renomado médico patologista e bacteriologista,
atuante por mais de vinte anos em Londres, abandonou sua
prática em 1930 para dedicar-se integralmente à pesquisa
de seu método de tratamento pelas flores.
Desde
cedo, em sua época de estudante, interessava-se
mais pelos pacientes do que por suas doenças, pois
sentia que ocupar-se dos sintomas físicos não
era o bastante.
Todas
as essências usadas em seu método de
tratamento são preparadas a partir de flores, arbustos
ou árvores silvestres. Não são prescritas
diretamente segundo o mal estar físico, mas sim de
acordo com o estado mental do paciente. Todo estado emocional
negativo, como depressão, medo, etc., gera desequilíbrios
no organismo, que acaba tornando-se presa de problemas, os
quais não aconteceriam se o estado mental fosse de
equilíbrio.
Os
Florais de Bach tratam os animais doentes e não
as doenças. Em vez de tratar a doença, os florais
tratam a personalidade, a índole e o temperamento
dos animais.
Os
florais são preparados a partir
da retirada da energia das plantas.
As
essências provocam uma vibração,
causando a dissolução de padrões negativos,
visto que atuam diretamente no campo energético de
qualquer ser vivo. As essências são energia.
Os
Florais de Bach tratam o animal, o estado de alma negativo – esse
estado de alma negativo não é combatido, pois
isso lhe conservaria a energia, mas é inundado por
ondas de energia harmoniosas, de modo que “se derrete
qual neve à luz do sol”, como disse o Dr. Bach.
Essências para ajudar a tratar o cão com Síndrome
de Peter Pan:
cerato, chicory, mimulus, heather, willow, e outras.
O
proprietário também deverá ser
tratado com Florais de Bach.
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Dra.
Martha Follain |
| Colunista do site GREEPET. Formada em Direito. Especialista em Florais de Bach para animais e humanos pelo Instituto Bach. Possui ainda formação em Aromaterapia, Florais de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Cristaloterapia, Cromoterapia, Terapia de Integração Craniossacral, Psicoterapia Hoística, Neurolingüística, Master Practitioner, Hipnose, Regressão e Reiki. CRT: 21524 |
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Fonte do Artigo: www.greepet.vet.br |