Dra. Martha Follain
Colunista do site GREEPET.

Terapia Floral, Reiki, Neurolinguística, Hipnose e Regressão.
CRT 215244.
São Paulo/SP.

Dra. Adalgisa S. Britto
Médica Veterinária do
site GREEPET.

Formada em medicina veterinária pela UFRRJ.
Especialização em clínica e cirurgia de pequenos animais pela UFV.
Mestrado em clínica médica veterinária pela UFRRJ e Acupuntura Veterinária pelo IARJ.
Curso de Fitoterapia Chinesa concluído em 2007.
Graduanda de fisioterapia.
Monitora das aulas práticas do curso de acupuntura veterinária do
IARJ (Instituto de acupuntura do Rio de Janeiro).
Consultório particular, telefone: (21) 2412-6436. Campo Grande - RJ


Fernanda Paro
Colunista do site GREEPET.

Bióloga – CRBio 43684/01 Protetora animal independente. Educadora Ambiental. Atua em eventos e projetos voltados para promoção da Educação Ambiental. CRBIO nº 43684/01–P

(11) 7623-4409

Alessandro Pelletti
Colunista do site GREEPET.

Treinador profissional de cães desde 1986 - Fundador do Canil Dog Master - Instrutor de cursos p/ Formação de adestradores e cães de polícia (K-9) desde 1997.
Telefones: (11) 2653-0744 / (11) 9119-8226


Dr. Max N. Freire
Colunista do site GREEPET.

CRMV-RJ 5883
Diretor Vet Physical
Prof. Fisioterapia e Acupuntura Veterinária Universidade Estácio de Sá
Prof. Fisioterapia Veterinária Vet Physical e Instituto Bioethicus
Prof. Acupuntura do Instituto Brasileiro de Medicina Tradicional Chinesa
Pós Graduado em Acupuntura (Academia Brasileira de Ciências Orientais)
Graduando em Fisioterapia (UNESA).
Telefones: (21) 9889-5185 (21) 7833-7420 ID.: 55*83*57169

Dennis Martin
Colunista do site GREEPET.

Analista Comportamental de Cães. Membro do British Institute of Professional Dog Trainers - Ingraterra.
Telefone: (11) 8312-4407

Marcio de Almeida Bueno
Colunista do site GREEPET.

Jornalista multifuncional, possui empresa própria (Bureau Acessoria e Conteúdo) e trabalha em diversos jornais, sites e assessorias de Imprensa. Ativista pela libertação animal e veganismo, vegetariano desde 1995 e vegano desde 2005.
(51) 3392-3734

SÍNDROME DO ABANDONO EM ANIMAIS E OS FLORAIS DE BACH
Por Dra. Martha Follain

foto: Janete Medeiros

“Devemos ser mais tolerantes, indulgentes e compreensivos quanto às diferentes formas pelas quais cada indivíduo e cada coisa trabalha pela sua perfeição final.” Edward Bach

Segundo o médico veterinário, Dr. Carlos Renato Murta, “síndrome de abandono, é um estado anormal de euforia, em que o cão fica quando seu proprietário chega em casa. Ele lambe o dono, pula e late – inicialmente. Com o passar do tempo, o cão pode apresentar tremores por todo o corpo, latir desesperadamente, ter descontrole de urina e fezes, até chegando a desmaiar ou convulsionar, nos casos mais graves. Isso não é saudade – é uma doença comportamental e, deve ser tratada pois, causa muito sofrimento ao cão.”

A síndrome do abandono, é uma alteração comportamental, cuja principal característica é a angústia, o sofrimento excessivo do cão, a cada vez que seu dono sai, mesmo que por poucos minutos.

Esta doença tem caráter progressivo e, o cachorro vai alterando os sintomas para pior, usando, até mesmo de estratégias, para evitar o afastamento de seu dono – vomitar, mancar, etc. O animal começa a tiranizar seu proprietário.

Os cães, são animais que possuem comportamento de grupo, de matilha, desde seus ancestrais, os lobos. Têm regras sociais e hierárquicas, muito complexas. O objetivo, é a sobrevivência da comunidade. Assim, os cães, tendem a demonstrar estresse, frustração e ansiedade quando deixados sozinhos. O homem, quando domesticou o ancestral do cão, interferiu no equilíbrio que havia no bando, criando problemas de identidade nesses animais. Devido à crescente humanização, eles vêm apresentando problemas de comportamento.

O cão terá sempre, por herança genética, comportamento social, de matilha e, não gosta de ser deixado sozinho. Para o cão, o ser humano faz parte do seu grupo e, geralmente, ele vê seu dono como líder. A matilha necessita de um líder que, é aquele que protege os demais e impõe regras para que a matilha prospere.
Na síndrome do abandono, o proprietário, muitas vezes, começa inadvertidamente, a incitar este tipo de reação no cão pois, quando chega em casa, faz carinhos muito intensos e excessivos. O cachorro “aprende” esta forma de reagir, querendo, cada vez mais, receber atenção do líder.

Em casos mais graves, o veterinário deve ser consultado, para medicar o animal, para diminuir a ansiedade e tensão.
Para começar a tratar o animal, o proprietário deverá ignorar o comportamento inadequado, só fazendo carinho quando este acalmar-se.

Florais de Bach:
O uso de flores e plantas no tratamento humano é muito antigo . Pesquisas indicam que as flores já eram utilizadas com este objetivo antes de Cristo. Os aborígenes australianos comiam a flor inteira para obter os seus efeitos. Tanto os egípcios como os africanos e os malaios já faziam uso das flores para tratar os desequilíbrios inglês, resgatou o uso da terapia das flores.

Há registros que, no século XVI, Paracelso, famoso alquimista, já utilizava as essências florais para tratar seus paciente.
Edward Bach (1886 – 1936), renomado médico patologista e bacteriologista , atuante por mais de 20 anos em Londres, abandonou sua prática em 1930 para dedicar-se integralmente à pesquisa de seu método de cura pelas flores.

Desde cedo, em sua época de estudante, interessava-se mais pelos pacientes do que por suas doenças, pois sentia que ocupar-se dos sintomas físicos não era o bastante. Todos os remédios usados em seu método de tratamento são preparados a partir de flores , arbustos e árvores silvestres. Não são prescritos diretamente segundo o mal estar físico mas sim, de acordo com o estado mental do paciente.

Todo estado emocional negativo gera desequilíbrios no indivíduo que , acaba tornando-se presa de problemas físicos, o que não aconteceria se o estado mental fosse de equilíbrio. Os remédios de Bach tratam as pessoas e os animais doentes e, não as doenças. Os florais são produzidos a partir da retirada da energia das plantas de que são feitos.

O Dr. Bach nos ensinou que, a doença e o sofrimento são sinais de que o paciente possui um aprendizado a realizar, a fim de reconquistar a harmonia e o equilíbrio perdidos.

Princípios básicos das essências florais de Bach:
- tratam o indívíduo e não a doença
- sistema simples e natural de cura
- nenhuma essência pode causar danos ou dependências - não há química . A essência é energética , vibracional .
- podem ser usadas com qualquer outro tratamento – é um tratamento complementar e não alternativo
- efetividade – a efetividade pode ser observada em indivíduos inconscientes, em coma , em crianças , em animais e plantas
- sistema de cura completo
- as essências não substituem a medicina veterinária ortodoxa .

“ A existência e evolução das plantas corresponde a um longo aprendizado de harmonia com as leis do universo . O ser humano também vive sob estas leis , e é por isso que o aprendizado das plantas é , simbolicamente , análogo ao dos homens.
Quando a planta floresce todo o seu aprendizado fica disponível para o novo ser que irá se formar . As essências florais são , antes de tudo , a experiência da planta em busca de sua harmonia com as leis da natureza .” - Regis S. Mesquita de Oliveira.

Florais de Bach, utilizados para tratar o comportamento inadequado do cão, na síndrome do abandono. Esta relação não é um guia – é, meramente, uma sugestão. Consulte o terapeuta floral:

- vervain
Para tratar o excesso de euforia. Animal muito barulhento, muito agitado. Trata o excesso de entusiasmo e a impulsividade.
- honeysuckle
Para tratar a saudade.
- chicory
Para tratar o amor condicional, o apego, a possessividade. Para animais que latem, mordem, mancam ou vomitam para impedir que sejam deixados sozinhos.
- heather
Para tratar o animal que sofre muito com a solidão. Trata animais que fazem barulho para chamar atenção ou por sentirem solidão. Trata animais barulhentos, inoportunos , destrutivos ou sujos quando deixados sozinhos. Para tratar o animal “manhoso”.
- holly
Trata os ciúmes destrutivos. O animal é destruidor, agressivo, vingativo.
- cherry plum
Trata comportamentos incontroláveis, compulsividade. Descontrole quando vê o proprietário. Para incontinência urinária e fecal. Para tratar convulsões.
- willow
Trata o ressentimento, a mágoa, o negativismo. O animal sente-se injustiçado, um coitadinho. Para animais que parecem se vingar ou mostrar rancor, urinando em lugares impróprios ou destruindo coisas que pertencem ao dono.
- agrimony
Para tratar a angústia, o tormento interior. Trata a ansiedade.

Dra. Martha Follain
Colunista do site GREEPET. Formada em Direito. Especialista em Florais de Bach para animais e humanos pelo Instituto Bach. Possui ainda formação em Aromaterapia, Florais de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Cristaloterapia, Cromoterapia, Terapia de Integração Craniossacral, Psicoterapia Hoística, Neurolingüística, Master Practitioner, Hipnose, Regressão e Reiki. CRT: 21524

* este artigo pode ser publicado livremente em Revistas, Jornais, Newsletters e outros meios de comunicação, desde que a biografia do autor permaneça intacta e a fonte do artigo seja citada. Fonte do Artigo: www.greepet.vet.br


 
 

 
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